Isto aqui não mostra TODOS os ataques dos mortos-vivos da historia.Mas nada é inventado,foram narrações de sobreviventes de pequenos ataques zumbis.

60.000 A.C. - África Central: Katanda

Recentes expedições arqueológicas descobriram uma caverna na margem superior do rio Semliki que continha 13 esqueletos. Todos tinham sido esmagados. Próximo a eles havia uma grande pilha de cinzas fossilizadas. 

Análises de laboratório determinaram que as cinzas eram os restos mortais de 13 homo sapiens. Na parede da caverna está a pintura de uma figura humana, as mãos erguidas de forma ameaçadora, os olhos fixos com maldade. Dentro de sua boca aberta está o corpo de outro ser humano. Este achado não foi aceito como um ataque genuíno de zumbis.

 Uma das escolas de pensamento afirma que os esqueletos esmagados e os corpos queimados eram a maneira de descartar os cadáveres, e que os desenhos serviriam como aviso. Outros acadêmicos exigem algum tipo de prova física, como algum traço de Solanum fossilizado, mas os resultados ainda estão pendentes.
 Se a autenticidade deste episódio em Katanda for confirmada, ela levanta a questão de por que existe um espaço de tempo tão grande entre esta primeira insurreição e a seguinte.

500 A.C. - África

 Durante sua viagem para explorar e colonizar a costa oeste do continente, Hanno o Navegador, um dos mais famosos navegadores da antigüidade ocidental, escreveu em seu diário de bordo:
Na costa de uma grandiosa selva, onde montes verdes escondem suas coroas entre as nuvens, enviei uma expedição à terra firme em busca de água potável. (...) Nossos adivinhos foram contra esta idéia. Aos olhos deles aquela era uma terra amaldiçoada, um lugar de demônios, abandonado pelos deuses. Ignorei estes avisos e paguei o mais alto preço. (...) Dos trinta e cinco homens que enviei, sete retornaram.

(...) Os sobreviventes contaram em meio a choros e soluços uma história de monstros das selvas. Homens com presas de cobras, garras de leopardo e olhos que ardiam como o fogo do inferno. Espadas de bronze cortavam suas carnes, sem causar efeito. Eles banquetearam-se com nossos marinheiros, cujos gritos nos foram trazidos pelos ventos (...) nossos adivinhos nos avisaram sobre os sobreviventes que estavam feridos, alegando que eles trariam sofrimento a tudo que tocassem. (...) Fugimos para nossos navios, abandonando aquelas pobres almas naquela terra de homens-monstros. Que os deuses me perdoem.

Como a maioria dos leitores tem conhecimento, grande parte dos escritos de Hanno é controversa e muito debatida entre acadêmicos da área de história. Já que Hanno também descreve um confronto com grandes criaturas símias que ele chamou de "gorilas" (quando os gorilas de verdade nunca habitaram aquela parte do continente africano), é possível dizer que ambos os incidentes podem ser fruto da imaginação do navegador ou de historiadores contemporâneos. Levando isso em consideração, e ignorando exageros óbvios como presas de cobras, garras de leopardos e olhos flamejantes, as descrições de Hanno são muito parecidas com
as de um morto-vivo.

329 A.C. - Afeganistão

Uma coluna macedônia construída pelo lendário conquistador Alexandre o Grande foi visitada diversas vezes por forças especiais soviéticas durante ocupações de guerra. A oito quilômetros do monumento, uma unidade descobriu restos antigos do que parecia ser uma tenda do exército helênico. Entre outros artefatos, havia um pequeno vaso de bronze. As gravuras ao seu redor mostravam: (1) um homem mordendo outro homem.

(2) a vítima deitada em seu leito de morte; (3) a vítima levantando-se novamente; e depois de volta a (1) mordendo outro homem. A natureza circular deste vaso, assim como as figuras, poderiam ser evidência de uma insurreição de zumbis testemunhada por Alexandre ou relatada a ele por uma das tribos locais.

Fonte:O Guia de Sobrevivência a Zumbis